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Yes, I do

01/01/2010
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Macarron, futuro Mingau, no site da ONG.

Sempre gostei de gatos. E talvez de cães. Mas a chegada de Johnnie Walker à família (o Bernesse Montanhês do Alê, meu namorado) fez com que eu alucinasse por bichos. De parar na rua pra fazer carinho sem saber se morde. De entender aquelas velhinhas que chamam o bichano de filho. Só que o projeto de ter meu próprio pet foi demorando para se concretizar.

Até que, indo para a casa do meu primo Danilo em Sorocaba (onde ele tem o Thor, um Bulldog fanfarrão), paramos em um petshop na estrada e vi três gatinhos para adoção. Um deles, branco de olho azul (Manjar e Macarron style). Lindo, assustado. Não tive coragem, mas uma mulher teve e levou a ninhada inteira.

Manjar, ainda baby.

Nas semanas seguintes, não parei de pensar que queria adotar um gatinho.

Achei a ONG ideal, super séria (a Adote um gatinho). Conversei com o Sr. Barriga (proprietário do apartamento), que não se opôs a bichos ou telas nas janelas. Fiz o orçamento para colocar as redes de proteção – agendado para 7 de janeiro. Preenchi os formulários para adotar Manjar e Macarron e comecei a trocar mensagens com Denise, a voluntária que toma conta deles.

Agora aguardamos a proteção das janelas, para então recebermos os bichos. I just can’t wait.

Johnnie, o cão, porque aqui a gente não quer ciumeira.

Por Juliana

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