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I say no, no, no

04/08/2010

Filmes, músicas, seriados, livros, psicólogos e quiçá seu psiquiatra já alertaram sobre a importância de dizer não. Sabe? Aquela história de colocar limites nas pessoas, mostrar até onde elas podem ir, até onde você as deixa ir, Whiskas sachê, blá, blá, blá. Aqui em casa tenho um bom exemplo de como isso funciona na prática.

Manjar não sabe falar “não” (oi, gatos não falam!). Mas ele se impõe muito bem do seu jeito: só deixa pegar no colo se ele quer, quem ele quer e quando ele quer. Mingau, por outro lado, não impõe limites. Como ele é fofo, no sentido Michelin da palavra, vira alvo fácil dos frequentadores da casa que vivem o agarrando —  a situação às vezes enche e ele escapa do colo assim que pode.

"Olha que eu mordo", ameaça, sem sucesso, o gato Mingau

Diante disso eu até bancaria a Dona Florinda e defenderia Mingau, não deixando ninguém pegá-lo. Mas, novamente, os filmes, músicas, e tudo mais mostram que a gente ensina dando o exemplo, não é? E é aí que eu perco todo e qualquer argumento…

Por Elmyra Duff

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3 comentários leave one →
  1. permalink
    04/08/2010 9:17 AM

    manjar sempre foi assim, desde qdo era menor do que a palma da minha mão. já o mingau… tb não mudou nada! hahahahaahahahaha

    mingauzinho lindo do meu coração tem que aprender a se livrar de gente chata e inconveniente! minha gata glória aprendeu só agora a demonstrar que cansou das brincadeiras e carinhos excessivos. qdo fica de saco cheio, ela ‘ataca’ a cabeça da pessoa e dá mordidinhas nas orelhas e no cabelo, super delicada. ahahahahahaahahahaaha

  2. 04/08/2010 1:10 PM

    Chamo a minha gata de oferecida, vive se oferecendo para um colinho, um cafuné…e as vezes a pessoa nem quer ou nem gosta. Já tentei explicar, mas ela é insistente pensa que todo mundo é igual os pais humanos. Já meu gatão só pede colo e aceita carinho dos pais, não confia em estranhos, se chega visita, trata logo de se esconder.

  3. 04/08/2010 2:19 PM

    Minhas gatas fogem assim que toca a campainha…oops…eu não tenho campainha ! Assim que chega alguém, os cachorros (1 labrador de 45 kg e 1 srd de 20 kg) começam a latir desesperadamente e não desgrudam mais de quem quer que seja, pode ser amigo/vizinho/encanador/pintor…vai ter que aguentar os peludos cheirando e se esfregando neles !
    As gatas já estão velhinhas (13 e 11 anos) e têm tolerância praticamente zero com todo mundo menos comigo, só eu pego no colo e amasso, mais ninguém…kkkkk
    Meu maior problema é que sempre fui a favor do diálogo desde que meus filhos nasceram e não foi fácil “educar” os cachorros apenas com conversas, eles “fingem” que não escutam, ou escutam e fazem de propósito !
    Hoje no meu blog escrevi sobre um dia que minha sobrinha estava brincando perto de seu gato Bóris e ele fez aquele FZZZ bem bravo…ela disse “Saúde, Bóris”…achando que ele tinha espirrado ! Por isso adoro os gatos, todos eles têm personalidade própria !
    Adoro os Bigatos, essa energia tão juvenil já não existe mais na minha casa…estamos mais para asilo de peludos idosos…
    Beijos
    Laís

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