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Treta

26/01/2012

No dia 25 de janeiro, feriado de São Paulo…

Juliana - … não tô brava, só chateada. Era feriado, eu queria ter ficado mais com vocês.

Mingau – Meu, a gente é gato, dorme onde quiser. Historicamente funciona assim.

Juliana - Pô! Quando tenho que trabalhar, acordo com vocês dois em cima de mim. No feriado, que eu passei o dia todo deitada, nenhum dos dois sequer deu as caras.

Manjar – Ai, exagero. Eu fui no seu quarto à tarde, sim.

Juliana - Dãr, foi e ficou no cantinho da cama, pronto pra ir embora.

Mingau – E por que você não veio ficar com a gente, na cadeira da sala? Tava ótimo lá.

Manjar – É, por quê? “Saiam todos da cadeira da sala, ela mandou ficar no quarto.” Affff…

Mingau – Que folgada, meu. Parece gato…

Protesto contra maus-tratos dos animais

23/01/2012

#todosprotesta no Masp, em São Paulo. Foto: Alê

No domingo, 22, várias cidades do país realizaram protestos contra os maus-tratos animais. Uma manifestação para pedir leis mais rígidas a quem fizer essas crueldades, que parecem estar cada vez mais comuns (elas sempre existiram, mas tanta divulgação faz acharmos que essas atrocidades estão em alta).

Um manifesto contra a enfermeira que aterrorizou e matou o Yorkshire, contra as Donas Dalvas, contra todos que acham que podem fazer o que quiserem contra os bichos, pois estarão impunes. Hoje, nada acontece mesmo. Mas a ideia é mudar esse cenário.

Oi, Dona Dalva! Foto: Alê

Oi, enfermeira do Yorkshire! Foto: Alê

Em São Paulo, a polícia estima que entre 6.000 e 7.000 pessoas foram até a avenida Paulista protestar (e foi foda!). No mínimo, a passeata — que foi do Masp até a Consolação para depois fazer o caminho de volta — mostra quanta gente está a fim de defender esses bichos. Animais que ficam totalmente vulneráveis entre quatro paredes, nas mãos das Donas Dalvas, mas que têm uma multidão disposta a defendê-los.

Tanta gente pode (e assim espero) fazer com que um torturador pense antes de aterrorizar um animal. O bicho pode não se defender, mas “oi Dona Dalva, você teria coragem de encarar essa multidão?”. Imagina soltar a enfermeira do Yorkshire aí no meio. :\

Tanta gente pode (e assim espero) fazer com que um torturador pense antes de aterrorizar um animal. Foto: Alê

Apesar desse meu comentário #vinganca, a passeata foi bem pacífica, com pessoas usando camisetas das mais diferentes instituições de apoio aos animais, alguns cachorros, muitas crianças e todos gritando “Justiça” para os bichos mau tratados.

Passeata pacífica é isso aí! Foto: Alê

Giovana Sanchez (minha amiga, dona da fofíssima Mel, adotada há  quase um ano, e jornalista competentíssima) fez uma reportagem ótema que mostra o descaso da lei na proteção dos animais e também por que essas pessoas fazem isso. Abaixo, os trechos da reportagem da Giovana, que você pode ler completa aqui.

Impunidade
A advogada e presidente da União Internacional Protetora dos Animais (UIPA), Vanice Teixeira Orlandi, afirma: “As autoridades não punem devidamente. A legislação é branda. Todo o procedimento é extremamente moroso pra punir quem pratica esses atos. Atribuo à omissão das autoridades esse número de casos. Existe um descaso, um despreparo das autoridades para lidar com o assunto. Nosso maior desafio é fazer cumprir a legislação. Até hoje ainda não conseguimos.”

Por que maltratam?
A filósofa e especialista em ética animal Sônia Felipe explica: “Uma explicação não imediatista precisa levar em conta a estrutura emocional e moral dessa pessoa. Via de regra, são pessoas que sofreram algum tipo de violência quando crianças, ou na própria carne (estupro, abuso sexual, espancamentos), ou testemunhando esses atos praticados contra alguma outra criança. Quando as crianças são testemunhas de atos destruidores do corpo (atos somatofóbicos), o trauma provoca uma fissura afetiva e moral. Assim, quando a pessoa está sob um estresse emocional ou físico, que leva o cérebro a produzir a mesma química que ele produzia lá na infância, quando as cenas de violência foram testemunhadas ou sofridas, parece que a única válvula de escape, para a pessoa agora adulta, é fazer algo do mesmo tipo com algum animal.”

Sônia Felipe continua. “O fato de serem os cachorros as vítimas mais frequentes desse tipo de maus-tratos se deve ao fato de eles serem parte da família, embora na aparência tenham quatro patas, um focinho, não falem e nem aprendam a ler. A violência praticada contra eles é da mesma ordem da violência praticada por outras pessoas contra o corpo das mulheres, das crianças, dos excepcionais, dos idosos.”

Tatuagem fofa de participante da passeata. Foto: Alê

Adianta protestar?
Adianta. Adianta ir para a Paulista, retuitar e compartilhar no Facebook esse monte de história de crueldade. As entrevistadas da Giovana, a advogada e a filósofa, dizem que o aparecimento de mais casos de maus-tratos nos últimos meses se deve ao aumento das denúncias e à rapidez com que são propagadas nas redes sociais e canais de mídia.

“Hoje tomamos conhecimento dos casos, algo que há cinco anos não era possível, a não ser raramente. Não há aumento dos números. Apenas levantamos uma cortina e o cenário estava lá, montado, desde sempre, sem que pudesse ser visto. Agora é preciso aprender a lidar com esse problema e propor projetos para dirimir a violência contra os animais”, diz Sônia.

Até a Luísa (dir) foi ao protesto. Que Canadá, que nada! Foto: Alê

Essa foto não é do Alê, porque o Alê apareceu. Foto: Luísa

Manjar (frente) e Mingau não foram: descansaram a beleza durante o protesto

Se meu gato fosse gente…

22/01/2012

Se meu gato Mingau fosse uma pessoa, seria o gordinho gente boa. Aquele com 1 milhão de amigos, compromissos sociais de segunda a segunda, desencanado, que trabalha de bermuda sempre que pode. Trabalharia em algo descolado tipo webdesigner, jogaria videogame, seria retuitado pela nata das redes sociais. Gostaria de uma cervejinha e teria consciência de que deveria pegar mais leve nas baladas. Mas continuaria indo a todas elas, de segunda a segunda, pois é isso o que faria um cara tão social como o gato Mingau.

Mingau: “Oi, quer ser meu amigo?”

Se meu gato Manjar fosse gente, seria um cara sofisticado. Usaria roupas da Crawford “enquanto” pessoa jurídica e Yatchsman nos finais de semana. Trabalharia com algo que o deixasse bastante estressado, como uma profissão que envolvesse finanças. Por motivos óbvios, elegeria San Francisco sua cidade favorita do globo. Teria um grupo bem seleto de amigos. A princípio, as pessoas poderiam achá-lo um cara arrogante, mas o tempo mostraria que no fundo ele é muito legal – talvez só um pouco estressado.

Manjar é pura sofisticação

Se Manjar e Mingau fossem atores de novela, seriam Manjorge e Minguel. Lembra?

Se o seu gato fosse gente, como seria?

Caixa ecológica para gatos troca areia por papel velho

19/01/2012

A Erica Furlan, super adepta aqui do blog, mandou uma ideia muito bacana para substituir a areia/sílica da caixa dos gatos. Em vez disso, ela usa papéis velhos (contas, lista telefônica, malas diretas…) que passam antes por uma picotadora.

A ideia surgiu por acaso. “Estava para levá-los ao lixo reciclável do prédio quando pensei em usá-los com os gatos. Na ONG de Campinas eles usam jornais picados nas caixinhas dos gatinhos e resolvi fazer o teste”, contou. “Coloco um caderno de jornal, que minha vizinha doa, e um monte de papéis picadinhos em cima.” Segundo Erica, os gatos aprovaram.

Olha só como funciona:

Blue, a irmã de Charlie e gata da Erica, é usuária do novo sistema de esgoto felino

Na foto, a caixa de areia sem areia. Os papéis, que a Erica diz trocar duas vezes por dia, estão sujos

Para fazer a troca, basta enrolar os cadernos de jornal ao redor dos papeizinhos como se fosse um rocambole. Usar luvas é legal

Depois, é só preparar a caixa de novo usando os papéis picados. “Outro dia, piquei uma lista telefônica. Papel jornal, super absorvente”, conta Erica

 

Adote(i) um gatinho

17/01/2012

Conheci a Cris aqui no blog. Daí que ela também tem um blog sobre gatos, o Lãs, Linhas e Pelos, e na semana passada publicou um post sobre Manjar e Mingau. O foco é a adoção das doçuras e também tem um monte de <coruja>fotos lindas</coruja>: você pode ver tudo isso aqui. Espero que goste! A gente adorou. :)

Brigada, Cris

Dicas para colocar o gato na caixa de transporte

11/01/2012

Teje preso!

Se você me visse colocando Manjar e Mingau dentro de suas caixas de transporte, acharia que estou de brincadeira com este post. Mas sejamos justos: por mais que eu me estresse, demore, saia coberta de pelos e descabelada desse desafio, no final da história estão os dois devidamente enjauladinhos. Hohoho. Essa missão pode ser bem mais fácil, no entanto, quando envolve Alê. Enquanto eu demoro uns 15 minutos para colocar bigatos nas caixas, ele faz o mesmo em menos de um minuto. Sério.

Palavra do especialista: “Tem de pegar o gato com segurança, sabendo que ele vai entrar na caixa. Você manda nele, não o contrário. Não pode vacilar”, diz o (meu) especialista em encaixotar gatos. Essa é a dica filosófica – que realmente funciona. Agora vamos aos conselhos práticos que podem ajudar.

Berenice, segura!

- Vire a caixa com a “boca” para cima. A gravidade estará a seu favor, nesse caso.

- Coloque a bicharada em um local onde os gatos não poderão fugir ou se esconder. Acredite: o estresse é menor se você não sair correndo atrás deles.

- Você terá de segurar as patas do bicho, senão elas serão usadas como ferramenta de fuga. Aí vale o conselho do Alê: pegue com cuidado, mas com firmeza.

- A veterinária já deu essa dica (que nunca segui). Não apareça com a caixa só no dia da consulta veterinária: deixe eventualmente o trambolho pela casa e coloque uns petiscos dentro. A ideia é que o bicho não associe a caixa a algo ruim.

- Palavras do Dr. Pet, que também é Alexandre. “Dê alguns tapinhas em cima da caixa de transporte para chamar a atenção do gato e jogue um petisco dentro dela. Deixe-o entrar e comer. Com o tempo, bastará dar os tapinhas na caixa para o gato entrar correndo, interessado na recompensa, que poderá estar no interior da caixa ou ser dada assim que ele entrar.” Eu acho difícil, mãs…

- Quando carregar o gato dentro da caixa, tente não chacoalhar muito. #berenicesegura

- Por mais difícil que seja colocar um gato na caixa, ela é importantíssima para o transporte, garantindo que o bicho não fuja. Não desista!

E aí, quem tem mais dica?

Essa calma toda, minha gente, só aparece na hora da saída

O segredo dos gatos

04/01/2012

O Post Secret é um site que eu adoro: ele mostra todos os domingos cartões portais com segredos/desabafos enviados por pessoas anônimas. Daí que o site virou um aplicativo e, antes de ser retirado do ar (suspiros), eu estava colecionando um monte de segredos sobre gatos para postar aqui no blog. Delicie-se!

Eu ouvi minha copiadora funcionando ontem à noite. O culpado foi facilmente identificado quando vi a bandeja de papéis

Adoro quando meu gato me dá seu olhar “ainda estou bravo com você, mas aceito carinho como desculpa”

Ela faz isso quando estou triste. Não sei como ela pode sentir...

Se meu gato pudesse falar, acho que ele soaria como o Antonio Banderas

Ela sempre quer ficar juntinha quando estou no banheiro. É o melhor!

Minha decoração do halloween ainda está montada

Quando não tem ninguém perto, gosto de pegá-la no colo e cantar “Circle of Life”

Não é meu segredo, mas vou falar por ele: meu gato tem um fetiche por sapatos

Detesto quando meu namorado chega em casa e diz: “é a minha garota” para o gato, quando estou do lado. Eu sou a sua garota!

Amo meu gato mais do que amo meu namorado

Minha mãe quer saber onde foram parar os peixes... Os corpos nunca foram achados. Acho que descobri

Achei ele no motor do meu carro. Fui e voltei do trabalho com ele lá

Todo dia, minha gata pula na penteadeira quando estou me maquiando. Sempre coloco um pouco de blush nela, para que ela também se sinta bonita

Vou arranjar uma caixa maior para meu gato de presente de Natal

Secretamente eu acho que meu gato pensa que estamos em um relacionamento

Fico com vergonha quando chego e meu gato está usando o banheiro. Sempre peço desculpas pra ele

Esperando Papai Noel

Meu gato tem um pênis em seu rosto

Nunca mais vou dar banho em um gato. Antibiótico e muita dor. Gatos molhados são perigosos

Dei a ela um nome de stripper, caso ela não tenha outra opção quando crescer

Ela tem 8 anos. Quando devo contar que Papai Noel não é real?

Milagre de Natal! Nosso gato havia sumido há um ano e meio e apareceu na noite de Natal

Temos três gatos com aproximadamente 87 apelidos

É assim que sei que meu gato está louco comigo. O que eu fiz? Não tenho a mínima ideia

Meu gato se recusa a me deixar usar o banheiro sozinho. Suas patas precisam entrar também. Acho isso esquisito

Dá medo quando meu gato vê algo que não vejo

Gato bobo acha que é um coelho da Páscoa

Expulsei meu namorado e o cachorro sentia falta dele... Então dei um gato de presente de Natal para meu cachorro e ele nunca esteve tão feliz

Os comenários estão aí: deixe um segredo, mania do seu gato ou um desabafo sobre seu felino. Só lembrando que, ao contrário do Post Secret, aqui você não é anônimo. ;)

Feliz 2012

01/01/2012

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Torta de climão

28/12/2011

Os últimos dias foram bem difíceis em casa. Difíceis no sentido #classemediasofre, mas enfim… não tá fácil, não.

Não sei qual foi o motivo: um banho de gatos na quarta-feira, uma viagem que fiz dias antes do Natal, os fogos da temporada ou qualquer outra coisa que só os bichos sabem. Mas Manjar recentemente teve um surto (posso escrever psicótico?), que ninguém conhece a origem. Voltei de uma viagem de três dias ele estava estranhão, mas isso já era esperado. Só que ele não voltou ao normal e a esquisitice chegou a seu pico no dia 25. Presentão de Natal. #not

O gato passou então a se lamber alucinadamente, miar alucinadamente e de noite (25 para 26) ficou na varanda lambendo/miando/sofrendo. Tudo muito. Tudo alucinadamente. Eu e Alê conseguimos trazê-lo para o quarto e ele se acalmou quando entrou na gaveta de meias – lugar inexplorado, até porque eu havia cortado o benefício do armário recentemente.

Armários estavam proibidos. Mas Manjar, em surto, conseguiu espaço na gaveta de meias

Ele passou a noite inteira na gaveta e só saiu de lá na tarde do dia 26 (mas ainda volta toda hora). Só que Manjar fora da gaveta era Manjar se lambendo alucinadamente. Até que a veterinária veio em casa (ela trabalha com o último veterinário: ele é especializado em doenças de pele, ela saca mais de comportamento felino). Fisicamente, tudo bem. Ele também tinha comido e usado o banheiro na vida fora da gaveta. Mas o bicho estava alucinado, super incomodado e aparentemente com medo, porque só queria ficar em lugares onde se sentisse protegido.

A solução que ela deu foi um corticoide, caso ele estivesse incomodado com alguma picada, e também um borrifador chamado Feliway, com o melhor slogan do mundo: “o segredo dos gatos felizes” (tem pra gente?).  Pelo que a veterinária explicou e li depois, esse spray indica que o ambiente é seguro e faz com que o bicho não se sinta ameaçado. O combo de remédios melhorou a situação: ele parou de miar e se lamber feito doido, mas ainda está morando na gaveta (feito doido).

Passada a fase mais crítica, estou com muita dó do Mingau – a versão Johnnie dos gatos (Johnnie é o cachorro do Alê, toooodo trabalhado na bondade). Toda chance que tem, o gordinho lambe seu irmão, que nem dá bola pra ele. E tenta brincar com Manjar, que também não liga. E fica olhando de longe para o Manjar, que… ai, não tá fácil, não!

Mingau, toooodo bonzinho, tá arrasado com a crise do irmão

Update
Também não sei o que foi. Talvez minha volta ao trabalho (o excesso de amor da Dona Florinha pode ser prejudicial ao Kiko). Talvez a bronca do Alê, que sentou em frente à gaveta ontem à noite e falou: “chega, Manjar. Deixa de ser fresco. Se você ficou assim por causa de foguinhos de Natal, vai morrer agora no Ano Novo”. Talvez as boas vibes enviadas por quem leu este post. Talvez o combo de Felyway com corticoide. Talvez essa mistura toda. Fato é que ontem à noite ele já estava melhor e acordei hoje com Manjar em minha cama, ao lado do Mingau. Como deve ser. Brigada mesmo pela força (eu tava arrasada) e dou notícias sobre o desenrolar aqui nos comentários. Ufa, ufa, ufa!

Hoje acordei assim. Como deve ser (apesar do meu pai discordar de bicho dormir na cama) :)

Por Juliana aos Pedaços

Diário de vários gatos – 2011

20/12/2011

Miguel foi resgatado após levar uma paulada na cabeça que o deixou cego dos dois olhos. O pior dia da vida dele se transformou na realidade de ser cuidado, amado, paparicado, apertado e beijado todos os dias. Por Nati

Yasmin é a principessa da casa. Tem apenas 3 anos de idade, mas tem alma, cheirinho e hábitos de uma gatinha velhinha. Dorme pra caramba, mas quando acorda, preparem-se! Fica doida, correndo pela casa e agarrando os batentes da porta. Por Nati

Sara foi abandonada nenezuca de tudo. Foi amor à primeira vista! É a gerente da casa, fiscalizando humanas e gatos. É doce, muito querida e companheira. Por Nati

Malu é maluca de tudo quando dá na telha. Normalmente é bem independente e fica no canto dela. Se ainda estivesse na rua, teria uma gangue e só falaria por gírias. Por Nati

Essa é a Nina, o início da Família Gatos, que já conta com 8 membros. Seu amor, sua doçura e sua confiança em nós não têm preço. Por Cris Paschoali

Branquinha, filha da Nina, é a carência em pessoa! Amorosa ao extremo, é apaixonada pelo meu marido. Por Cris Paschoali

Pretinha, filha da Nina, era espoleta quando filhotinha. Foi crescendo e se tornando uma lady, também amorosa, mas muito na dela. Não tem como não amar... Por Cris Paschoali

Kotó, o sialata de rabo quebrado, o gigante de doçura. Apesar do enorme tamanho, é de uma delicadeza e de um amor sem tamanhos. Por Cris Paschoali

Garfield, também integrante da Família Gatos, foi uma das mais gratas surpresas. Seu jeito doce e sua companhia constante derretem o meu coração... Por Cris Paschoali

Cisquinho, o nome já diz tudo. Um gato que não cresceu muito pela sabedoria de Deus, pois as artes de que é capaz com o tamanho que tem seriam desastrosas se fosse maior! Mas é o mais receptivo aos novos integrantes, além de carinhoso e charmoso quando quer. Por Cris Paschoali

Lindinha, a sétima integrante da Família Gatos, chegou por acaso, mas já se sente em casa. Carinhosa e assustadinha como ela só, quer compensar todos os anos que passou fome na rua comendo feito uma desesperada todos os dias! Talvez ela queira ficar com o corpo do tamanho do seu coração. :) Por Cris Paschoali

Taz é o oitavo e último integrante (por enquanto...) da Família Gatos. Sapeca, carinhoso e uma gostosura de gatinho!! Veio para completar essa família de bichanos que alegra nossas vidas. Por Cris Paschoali

Essa é a Zoé, uma gata-cachorro, faladeira e companheira. Adora lamber narizes e comer mamão. É louca por coisas verdes, come desde graminhas até vassouras. Por Karen Luise Lang

Peguei a Petit na rua, tinha mais ou menos 1 ano. Ela estava magrinha e suja, mas sempre foi do tipo popular, que se dá bem com todos. Hoje ela está linda e super carinhosa e elétrica! Costumo levar ela para o trabalho comigo e ela adora passear de carro. Por Adriana Marques

Zeca (Preto): Um amor. Carinhoso, gordo, desajeitado e preguiçoso. Nina (Tigrada): Uma linda. Adora massagear, não gosta de ser tocada, corre muito, não para, assim se mantem magra. Por Mariana Rocha

Marion vai ser eletricista quando crescer. É movida por uma bateria que não descarrega nunca, já mastigou 2 cabos do computador, do telefone e da geladeira. Por Marcia Diniz

Filipa, irmã de Marion, gatamia paz e amor. Um carpete e comida, o mundo fica em paz. Seis quilos de gata ronronate e carinhosa. Por Marcia Diniz

Pra que uma casa nas alturas ou uma cama fofinha quando se tem uma sacola? A Sophia dorme até na árvore de natal se deixar. Por Aimée Jacinto

A Safira ,que participou ano passado, não quis perder a festa e desta vez convidou seu companheiro, o Mikey. Por Marisa Higa

Olívia é manhosa, adora um ratinho de brinquedo e deixa o irmão da mesma idade mamar nela! Tem um miado preguiçoso e não vejo a hora de se tornar adulta. Por Beatriz Oliveira

Phepls e Olívia. Imagina a cena: quatro gatinhos de umas 2 semanas no asfalto. Você os leva para casa, um morre, sua família fica com um e você adota os outros dois. É esse ai o resultado! Por Beatriz Oliveira

Lilica, branca, 6 anos, carente. Lew, tigrado, quase 4 anos, desconfiado. Por Célia Paiva

O Mucha tem cerca de 4 meses e seu hobby favorito é brincar com o que não deve (como calcinhas, absorventes internos, roupas caras...). Ultimamente quase tudo que desenho se inspira nele! Por Luiza Abend

A Lisa é a gatinha do meu namorado, como ela me adotou, agora eu sou dela também. Ela se chama Lisa porque é amarela igual a Lisa Simpson, mas acha que o nome dela é Lisa Bebê, porque chamamos ela assim sempre. Fofoqueira, adora uma janelinha. Por Juliana Toro

Roberval (Rober para os mais intimos) é o garanhão de uma casa cheia de mulheres, charmoso como só ele consegue ser. Divide o dia entre cochilos debaixo do tapete e banhos de sol! Por Tatiane Silva

Rebeca, irmã de criação do gato Rober, foi encontrada depois de uma forte chuva encharcada e desnutrida. Hoje, depois alguns meses e muito amor, se tornou a coisinha sapeca da casa! Por Tatiane Silva

Coquinha foi resgatada da rua há 5 anos e é o xodó da casa! Adora ficar no quintal e badalar nos telhados da vizinhança. É uma gatinha bastante assustada, não gosta de visitas e só bebe água fresquinha do tanque! Por Carolina Graciolli

Manjar pode ser azedinho à primeira vista com os desconhecidos (ou fora de vista, porque geralmente se esconde das visitas). Mas, com o tempo, ele concorda em mostrar toda sua doçura e ronronar tão alto que parece um jipe. Por Juliana Carpanez

Mingau é o host da casa: recebe todos na porta e acompanha até o elevador na saída. Nos dias de visita, sua presença é inversamente proporcional à presença de comida sobre a mesa, pois o gordinho aproveita vacilos para tentar comer. À noite, ele sonha com pão com manteiga. Por Juliana Carpanez

 

Beijos e muito obrigada por mais este ano  juntos, mesmo que virtualmente. ;)

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